Domingo

11 de Setembro

Segunda feira franca

08h00

Salva de Morteiros

08h30

Largo de Camões
Zés Pereiras, gaiteiros gigantones e cabeçudos

09h00

Largo de Camões (Bandas de música com concerto durante todo o dia e noite)
Banda Musical de Baltar
Banda Musical de Vilela

10h00

Banda de Gaitas São Tiago de Cardielos de Viana Do Castelo

12h00

Largo de Camões
Ribombar de Zés Pereira e Gigantones

15h30

1 - Petição dos Moradores "...Desta vila quererem três dias de feiras sucessivas..." - 23 Julho de 1825

Acerca da origem das feiras (novas) é importante referir que elas surgem intrinsecamente associadas ao culto e à devoção a Nossa Senhora das Dores que se praticava na Vila de Ponte de Lima desde longa data. Assim, os limianos, no ano de 1825, através de uma petição, devidamente sufragada pela Câmara Municipal de então, solicitarem a realização de uma feira, utilizando como principal argumento que "...para promoverem a piedade cristã tinham colocado na Igreja Matriz da dita vila a Imagem de Nossa Senhora das Dores, e que se festejava no mês de Setembro, e que para se conservar o culto da mesma Senhora: Pediam a concessão de três dias de feira anual nos designados dias 19, 20 e 21 do mês de Setembro...". A presença atestada de Frei Francisco de S. Luís (futuro Cardeal Saraiva) em Ponte de Lima, após Fevereiro de 1825, sofrendo um exílio "forçado na sua Pátria" após participação ativa no processo de implantação do regime liberal em Portugal, poderá indicar alguma participação informal no processo, apesar de não termos prova documental que possa comprovar tal afirmação.


2 - D. Pedro IV de Portugal . D. Pedro I imperador do Brasil

Foi no reinado de D. Pedro IV que a petição dos moradores de Ponte de Lima (realizada ainda no reinado de D. João VI) foi alvo de resposta com a provisão publicada a 5 de maio de 1826, ao estabelecer o Rei que "Hei por bem conceder aos suplicantes a graça que suplicam, determinando que nos sobreditos dias 19, 20 e 21 do mês de Setembro de todos os anos se faça feira de todos os géneros, mercadorias e gado na sobredita vila, e no local que designarem mais apto para efeitos da mesma e cómodo para todos, ficando salvos Meus reais Direitos." D. Pedro proclamara a 7 de Setembro de 1822 a independência do brasil, tendo sido investido como imperador constitucional, pelo que , à data de concessão de realização das feiras (novas), D. Pedro acumulava as duas coroas: era Imperador do Brasil (Pedro I, Imperador do Brasil) e por morte de seu pai, D. João VI, havia sido reconhecido como legítimo rei de Portugal (D. Pedro VI, de Portugal).


3 - Em nome d'el Rei Infanta Isabel Maria conselho de regência de Portugal - 5 maio de 1826

Antes de falecer a 10 de março de 1826, D. João VI nomeou uma Junta de Regência, pelo decreto de 6 de março, a qual seria presidida por sua filha, a infanta D. Isabel Maria e composta pelo cardeal patriarca de Lisboa (D. Frei Patrício da Silva), pelo duque de Cadaval (D. Nuno Caetano Álvares Pereira de Melo), pelo marquês de Valada (D.Francisco Xavier de Menezes da Silveira e Castro), pelo conde dos Arcos (Dom Marcos de Noronha e Brito) e por 6 ministros de Estado. Des dias depois, a Regência reconhece D. Pedro (então imperador do Brasil com o título de D. Pedro I), como atribuição a D.Pedro IV da Provisão a autorizar as feiras (novas), foi a mesma concedida pela Regência da infanta D. Isabel Maria em seu nome.


4 - "Três dias de feira" Pela irmandade de nossa Senhora das Dores - Feiras Novas de 1826

É a Irmandade de Nossa Senhora das Dores, ereta na Igreja Matriz de Ponte de Lima, a quem compete organizar os primeiros festejos das feiras (novas). Existem notícias para o período compreendido entre os anos de 1825 e 1827, em que o tesoureiro da Irmandade dá conta das esmolas recolhidas nos três dias, noticiando um razoável aumento de despesas, com a procissão e com a feira, assim como com a missa cantada, armação e tambores. Os editais a anunciar a feira e o fogo são também despesas consideráveis feitas pela Irmandade neste período e que constam no livro da Conta das Receitas e Despesas da mesma.


5 - Devocação e procissão de Nossa Senhora das Dores Feiras Novas de 1826

Torna-se difícil averiguar a génese do culto e festividades da Senhora das Dores em Ponte de Lima, dada a ausência de documentação escrita. O arquivo conhecido da Confraria de Nossa Senhora das Dores, ereta na Igreja Matriz e então promotora do culto em Ponte de Lima, não nos permite remontar para lá dos primeiros anos da década de vinte da centúria de oitocentos. Com o passar dos anos, verifica-se o engrossar das listagens relativas às receitas e despesas, o que comprova a complexidade na crescente organização das festas e das feiras concedidas em 1826. O culto religioso a Nossa Senhora das Dores adquira nova expressão com a saída da Procissão. Até ao ano de 1888 não era usada a imagem de Nossa Senhora das Dores, em andor, na Procissão, mas sim a bandeira da Irmandade, como nos confirma uma notícia publicada no Jornal A Voz do Lima desse mesmo ano. Sabemos que a procissão não se realizou de forma ininterrupta, ao longo dos 190 anos de Feiras Novas, tendo sito retomada, em 1956, por iniciativa de D. Carlos Pinheiro, que foi Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Braga.


6 - as bandas de música Feiras Novas de 1850

A primeira referência à atuação de bandas de música nas Feiras Novas aparece-nos no livro de Contas das Receitas e Despesas da Irmandade de Nossa Senhora das Dores, para o ano de 1850/1851, com despesas para "Música de coro e instrumental pelo Regimento nº3 de Viana." Mais tarde, aparecem duas notícias nos jornais O Lethes, de 22 de Setembro e Correio do Norte, de 28 de Setembro, ambas do ano de 1865. A notícia do jornal O Lethes refere que a noite do dia 19 tinha sido "...abrilhantada por um belo fogo do ar e preso, ouvindo-se nos intervalos a excelente banda de música do Sr. Manoel Dantas e Sousa". Já na notícia do jornal Correio do Norte vem mencionado que "A noite antecedente ao dia de festa foi abrilhantado por um belo fogo do ar e preso, ouvindo-se nos intervalos a sofrível banda de música denominada - a nova".


7 - Associação dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima

A associação dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima foi criada a 25 de Setembro d 1887. No dia 6 de Janeiro de 1888 os seus estatutos foram remetidos ao Governo Civil para aprovação. A 20 de Março são inscritos os primeiros sócios humanitários e protetores. A 13 de Abril o Governo Civil de Viana do Castelo aprova os estatutos. A 2 de Maio é deliberado adquirir a maior parte do equipamento necessário à Corporação. No dia 19 de Setembro de 1888, coincidindo com o início das Feiras Novas, dá-se a comemoração da sua fundação bem como a instalação da Associação nos baixo de um prédio do adro da Matriz. Os Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima ficam, desde logo, profundamente ligados às festividades das Feiras Novas.


8 - Inaguração do Teatro Diogo Bernardes Feiras Novas de 1896

O Teatro Diogo Bernardes foi inagurado nas Feiras Novas de 1896 com quatro récitas em três e quatro quadros, da obra "Os sinos de Corneville", pela Companhia de Ópera Cómica Portuguesa, sob a direção de Francisco Cruz, nos dias 19, 21, 22 e 23de Setembro. O teatro foi mandado construir por 153 limianos que se quotizaram para o efeito, comprando as ações a 10$000 réis perfazendo um capital inicial de sete contos de réis. Com o passar dos anos, João Rodrigues de Morais, o maior acionista e grande impulsionador da construção do teatro, foi comprando ações que muitos cediam por desinteresse, de tal modo que, quando faleceu, o teatro lhe pertencia inteiramente. A Comissão promotora da construção era constituída por 6 personalidades e as obras foram entregues ao mestre limiano António Pereira Correia. O autor do projeto foi o arquiteto municipal de Viana do Castelo, António Adelino Magalhães Coutinho. Existia no teatro uma frisa da família Morais que nunca se vendia.


9 - As corridas de Touros nas Feiras Novas de 1898

As Feiras Novas de Ponte de Lima tiveram um motivo de atração na sua programação: as touradas. Apesar dessa regularidade, as notícias para o século XIX são esparsas. A primeira notícia escrita que temos sobre touradas nas Feiras Novas aparece na publicação "Vida Nova", nº877, de 27 de Agosto de 1898 ao referir-se ao programa das festas "...é sobretudo distinto; além das já anunciadas corridas de touros, que são luzidas, não só pela escolha do curro como pela excelência da quadrilha que se devem efectuar nos dias 19 e 20 do próximo mês..." Nas Feiras Novas de 1899 é anunciada uma corrida com doze touros, cujos bilhetes se encontravam à venda no estabelecimento de Narciso Alves dos Santos, no largo de Camões. Nas Feiras Novas do ano 1900, pela pena de Delfim Guimarães, sabendo que pelas quatro horas da tarde do dia 19 de Setembro, na "tosca praça de toiros do campo do Arnado, foram lidados seis bravos touros (estilo dos cartazes) pela quadrilha do afamado espada Saltarillo...".


10 - Gaiteiros, Zés Pereiras, Gigantones e Cabeçudos - Feiras Novas de 1907

Tal como para as corridas de touros, as notícias diretas a Zés Pereiras, Gigantones e Cabeçudos para as festas do séculoXIX são também elas esparsas. A primeira menção explícita à sua presença nas Feiras Novas data do ano de 1907, através de duas notícias publicadas no jornal O Comércio do |Lima, de 19 e 26 de Setembro. A notícia do dia 19 anuncia que "Já deram entrada nesta vila os gaiteiros, Zés Pereiras, Gigantones e Cabeçudos que se encontram percorrendo as ruas da vila em alegre diversão, e a filarmónica de Paredes de Coura". A notícia do dia 26, já em modo de balanço das festas, refre que "No primeiro dia, às músicas, foguetes, gigantones, cabeçudos e Zés Pereiras que fizeram as diversões de manhã, nada há a dizer". Para o ano de 1908 voltamos a ter notícia dos "gigantones e cabeçudos seguidos dos Zés Pereiras", através do mesmo Jornal, datado de 19 de Setembro. Não podemos esquecer figuras como o Dr. Feliciano Guimarães, autor dos cabeçudos dasFeiras Novas e João Dantas Guerra o conhecido "Guerrinha" que povoou a infância de muitas crianças ao animar as ruas das vila com os seus mágicos gigantones e cabeçudos.


11 - Ranchos folclóricos limianos nas Feiras Novas Festival folclórico - Feiras Novas de 1960

De acordo com uma notícia do jornal Cardeal Saraiva, de 22 de Setembro de 1955, "No domingo... houve exibição dos ranchos folclóricos de Beiral e S. Martinho". Para o ano de 1956, existe uma fotográfia comprovando a presença do Rancho das Lavadeiras de S. Martinho da Gandra nas Feiras Novas, bem como uma notícia do já referido jornal, datado de 27 de Setembro, mencionando que "Também ali se exibiram os ranchos regionais de Dem e Gândara." No ano de 1957, voltamos a ter notícia da presença de ranchos nas Feiras Novas, em particular limianos, através de uma outra notícia do jornal Cardeal Saraiva de 26 de setembro, ao referir que "Os ranchos folclóricos, no terceiro dia das festas - Santa Marta, Dem e Gândara - deram a esta vila uma nota alegre e viva de mocidade. A sua exibição fez-se na Avenida Marginal...". A realização do primeiro festival folclórico de que temos notícia formal data das Feiras Novas de 1960, efetuando na Avenida D. Luís Filipe (atual Avenida 5 de Outubro, mais conhecida por Avenida dos Plátanos), no dia 18 de Setembro, com a presença, entre outros, de dois ranchos do concelho de Ponte de Lima: o Rancho de S. Martinho da Gândara e o Rancho da Correlhã (fundado nesse mesmo ano). Dos repertórios constavam os seguintes temas: Laurindinha, Vira de oito, Ritinha, Chula, Rusga e Vira Batido, do Rancho da Corelhã, e Chula, Saias de chita, Viradinho e Rebatido, como menção do grupo infantil que se apresentava com Canário, Picadinho e Vira a roubar, do Rancho de S. Martinho da Gandra.


12 - 1º Cortejo Etnográfico - Feiras Novas de 1964

Em 1964, as Feiras Novas assistem à realização do primeiro Cortejo Etnográfico das Feiras Novas. De acordo com o Padre Manuel Dias, o Cortejo Etnográfico foi iniciativa do Sr. Manuel da Silva Barbosa, então membro da Comissão de Festas. De acordo com a descrição de Augusto de Castro e Sousa, numa notícia publicada a 19 de Setembro de 1964, "no cortejo etnográfico vai figurar, com majestade e formosura do passado, o célebre boi bento, "animal escolhido pela gordura, beleza e corpulência entre o gado de soga, levando alto jugo enfeitado a verdes, laranjas e espelhidos redondos da feira, e plumas". referia-a ainda a existência de carros alegóricos, raparigas e rapazes vestidos de trajes típicos, tocatas e representação de artigos regionais. As freguesias participantes foram as seguintes: Anais, Cepões, Bárrio, Facha, Arca - S. Bento, Freixo, Ardegão, Correlhã, Vitorino de Piães, Calvelo, Vitorino das Donas, Seara, Poiares, Arcozelo, Feitosa. O coortejo abria com um grupo de gigantones e Zés Pereiras, seguindo-se por ordem alfabética as representações das diferentes freguesias do concelho.


13 - Festival popular da Desgarrada 1º Torneio de Jogo do Pau - Feiras Novas de 1969

De acordo com José Rosa Araújo, em Ponte de Lima "sempre houve bons cantadores e as suas aptidões sobressaíam particularmente no improviso de cantigas que se ouvem em dias de festa, ou dias de feira, nos terreiros das romarias". Assim, a Comissão de Festas das Feiras Novas de 1969 integrou no programa o 1º Festival Popular de Desgarrada, com a presença dos cantadores João Brito Mota (da Correlhã), Narciso Ribeiro de Castro (de Ponte da Barca), Rosa do Sousa (de Gontinho, Vila Verde), Francisco Ferreira Noversa (de Sequeira, Braga), Joaquim de Sousa, o "Cachadinha" (do Bárrio, Ponte de Lima), Manuel Cerqueira (de Rio Frio, Arcos de Valdevez), o Ceguinho (de Aboim da Nóbrega, Ponte da Barca), o Delfim (de Távora, Arcos de Valdevez) e José Morais (de Britelo, Ponte da Barca). Na mesma lógica do encontro às raízes mais profundas e tradicionais da região, foi promovido o 1~Torneio do Jogo do Pau com a participação de Manuel Grilo (de Duas Igrejas, Vila Verde), Adelino Bago Rabeca (de Beiral , Ponte de Lima), António Gomes (de Duas Igrejas, Vila Verde), António Brito Gomes (de Boalhosa, Ponte de Lima), António Lopes (de Duas Igrejas, Vila Verda), Manuel Fernandes Araújo (de Duas Igrejas, Vila Verde) António Marques da Fonseca (de Serdedelo, Ponte de Lima).


14 1º Cortejo Histórico "Tomada da Vila aos Castelhanos" - Feiras Novas de 1971

O Cortejo Histórico das Feiras Novas de Ponte de Lima iniciou-se em 1971 por iniciativa do Padre Manuel Dias, preenchendo a tarde de domingo. O Cortejo esteve dividido em três partes, estando a 1ª dedicada aos quadros mais significativos da História de Ponte de Lima, a 2ª parte aos Limianos Notáveis e a 3ª parte às instituições locais. Relativamente aos quadros, foram contemplados os seguintes acontecimentos: 1º Quadro, "Fundação da Vila e sua feira"; 2º Quadro, "A Ponte e o Castelo"; 3º Quadro, "Tomada da Vila aos Castelhanos" (quadro selecionado para representar a realização do 1º Cortejo Histórico); 4º Quadro, "Dom Manuel renova o Foral"; 5º Quadro, "Aclamação de D. António, Prior do Crato"; 6º Quadro, "Aclamação de Dom João IV"; 7º Quadro, "Dom João V e a Procissão do Corpus Christi"; 8º Quadro, "Dom Pedro IV autoriza as Feiras Novas"; 9º Quadro, "Dona Maria II dá o título de Mui Antiga e Leal"; 10º Quadro, "D. Luís Filipe e Mouzinho visitam Ponte de Lima"; 11º Quadro, "Aclamação da República".


15 - Fados e Tunas Académicas (Sarau de Arte) - Feiras Novas de 1990

Nas Feiras Novas de 1990, dia 14, sexta-feira, a Câmara Municipal de Ponte de Lima ofereceu à população da Vila um Sarau de Arte no adro da Capela das Pereiras, pelas 20 horas, com a participação do Orfeão do Casino de Carvalliño (Espanha), Orfeão Limiano, Tuna Acadêmica da Universidade do Minho, Grupo de Música Popular da Universidade do Minho e o Grupo de Fados de Coimbra da Universidade do Minho. O Programa das Feiras Novas de 1991 voltou a integrar no dia 13, sexta-feira, pelas 22 horas, uma Serenata na Escadaria da Capela das Pereiras, com a participação do Orfeão Limiano, a Tuna Académica da Universidade do Minho e uma Tertúlia de Fado de Coimbra.


16 - Imagem de Marca e Mascote das Feiras Novas: Matilde - Feiras Novas de 1999

As Feiras Novas de 1999 apresentaram um cartaz inovador da autoria de Madalena Martins e Susana Espadilha, cuja figura de destaque se tornou na imagem de marca e logótipo das Feiras Novas, por iniciativa do então Presidente da Comissão de Festas, engenheiro Rodrigo Melo. De acordo com as autoras, a imagem pretendeu "conjugar aspetos representativos da Santa Padroeira (Nossa Senhora das Dores) e elementos populares mantendo a dualidade sagrado/profano donde sobressaísse uma imagem alegre". Ainda segundo as mesmas autoras, a opção pela representação no feminino justifica-se pelas seguintes razões: Feiras Novas é feminino; o traje da mulher minhota é mais facilmente identificador da região de origem; mulher de feição alegre, de olhos grandes, sobrancelhas grossas, testa curta, verruga na cara, "picho" e brincos. A adoção da Gigantona Matilde, para mascote das Feiras Novas, quis simbolizar o anunciar das Festas bem como a grandeza das mesmas, culminando no garrido vestido, uma referência à riqueza decorativa dos trajes minhotos.


17 - Curiosidades dos 190 anos das Feiras Novas

Dada a impossibilidade de abarcar todos os acontecimentos relevantes dos 190 anos das Feiras Novas e a dificuldade em converter alguns dos acontecimentos em quadros para um cortejo histórico, a organização optou por contemplar uma última representação com curiosidades que completam a informação e conteúdos dos restantes quadros ou abordam factos menos conhecidos do grande público.



Grupos participantes

  • Unhas do Diabo
  • Duplaface Companhia das Artes
  • Gacel
  • Os Gorilas
  • Grupo de Teatro da Facha
  • Pequenos Atores do Lima
  • Associação Luz e Vida Santa Gemma Jovem - Freixo
  • Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima
  • Rancho Folclórico de S. Martinho da Gandra
  • Rancho Folclórico da Correlhã
  • Junta de Freguesia de Navió e Vitorino de Piães
  • Centro Equestre do Vale do Lima

18h00

Tourada na Expolima
CAVALEIROS: Rui Salvador, Sónia Matias e Miguel Moura

FORCADOS: Évora, Cabo António Alfacinha, Portalegre, Cabo Francisco Paralta

GANADARIA: Cary

Abrilhanta a corrida a Banda de Música de Ponte de Lima

21h30

Centro Histórico
Festival de Folclore:

Palco A – Expolima:

  • Grupo Danças e Cantares do Neiva de Sandiães
  • Rancho Folclórico da Correlhã
  • Grupo Danças e Cantares de Vitorino de Peães
  • Rancho Folclórico da Ribeira
  • Rancho Folclórico da Gemieira
  • Grupo Folclórico Etnográfico da Casa do Povo de Poiares
  • Grupo Recreativo Danças e Cantares de Ponte de Lima
  • Rancho Folclórico de Anais

Palco B – largo da Lapa:

  • Rancho Folclórico Casa do Concelho em Lisboa
  • Racnho das Lavradeiras de S. Martinho da Gandra
  • Grupo Etno-Folclórico de Refoios
  • Rancho Folclórico das Lavadeiras de Gondufe
  • Grupo Folclórico de Santa Marta de Serdedelo
  • Grupo Folclórico de Calheiros
  • Rusgas Típicas da Correlhã
  • Grupo Etnográfico Infantil da Casa do Povo de Freixo
  • Grupo Folclórico das Espadeladeiras de Rebordões Souto


00h30

Fogo de Artifício – “ Fogo do Meio “